Para quê vivo eu?

Pra quê vivo eu“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas” (Mateus 11:28,29)

Alguma vez em sua vida você já parou para pensar seriamente se o que você está vivendo até hoje é realmente a vida que sempre desejou? Em outras palavras: você está plenamente satisfeito com tudo o que tem experimentado até aqui? Está satisfeito com todo o seu passado, suas experiências e suas lembranças? Seu tempo presente lhe dá alegrias e satisfação plena, a ponto de conseguir dormir tranquilamente sem nenhum sentimento de culpa ou vazio? Ao pensar no futuro, você se sente seguro e esperançoso em conhecer e experimentar coisas maravilhosas que ainda não pode conhecer nem experimentar, ou sente-se temeroso e inseguro em relação aos problemas que a vida lhe trarão, incerteza, medo de mudanças, medo da morte e do que virá depois? Ou você simplesmente evita pensar no futuro justamente para não se deparar com o medo e insegurança?

Por favor, amigo, não pare de ler esta pequena mensagem, ela foi escrita por sua causa, por amor a você, pensando exclusivamente em você e sua necessidade. Continuar lendo

Barrabás

“Fora daqui com este, e solta-nos Barrabás” (Lucas 23:18)

“Se um morreu por todos, logo todos morreram” (II Coríntios 5:14)

Barrabás era um grande problema. Ele era bem conhecido (Mateus 27:16). Sendo revolucionário, foi preso junto com outros amotinadores, tendo assassinado possivelmente uma autoridade romana na ocasião de um motim (Marcos 15:7). Visto que a narrativa bíblica também o descreve como um ladrão (João 18:40), além de inimigo de Roma, é bem provável que também não era bem aceito pelo seu povo judeu. Sua prisão e condenação à morte deve ter sido um alívio para todos. Preso e condenado, Barrabás aguardava sua morte. Barrabás seria crucificado.

O Senhor Jesus também era bem conhecido, mas por razões totalmente opostas as de Barrabás. Continuar lendo

Segurança eterna

“E o efeito da justiça será paz, e a operação da justiça, repouso e segurança para sempre” (Isaías 32:17)

Em algumas ocasiões quando escutava uma rádio de telejornalismo, ouvi um slogam de uma companhia de seguros que diz: “as pessoas seguras são mais felizes”. Desde então esta frase vem me incomodando profundamente. Não pela verdade nela contida, mas pela sua associação com o marketing da seguradora.

A frase é um tanto abrangente e devemos concordar com ela, em si mesma, mas é muito triste constatar que a ‘segurança’ e a ‘felicidade’ estejam sendo conhecidas e experimentadas de modo tão vago e superficial. Não há dúvida que uma pessoa pode estar segura sem estar coberto por uma apólice de seguro. Da mesma forma a sua felicidade não depende se você tem ou não um seguro contratado. Não que seja um erro contratar um seguro, ou ser previdente, mas a felicidade de qualquer não está fundamentado nisto. Continuar lendo

Direto ao ponto

“Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem agravado o seu ouvido, para não poder ouvir.

Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça” (Isaías 59:1,2)

O homem tem procurado enganar sua própria consciência, forjando para si um deus complacente com o pecado. Quer abraçar um deus amoroso, benfeitor e doador, mas que não pune nem condena o pecado. Este não é o Deus verdadeiro! Sim, o Deus da Bíblia, desconhecido pela humanidade, é Amor e cheio de graça e bondade. Mas também é Santo e Justo. Os atributos da divindade são inseparáveis. Se você deliberadamente ignora qualquer um dos atributos de Deus, a seu bel prazer, você está forjando para si o seu próprio deus.

Não há quem não se agrade quando ouve: “Deus te ama”. Entretanto, dificilmente é aceita a seguinte afirmação, igualmente verdadeira: “Deus odeia o teu pecado”. Sim, Deus ama o pecador, mas odeia o seu pecado. Ele não tem prazer na morte do ímpio (Ezequiel 33:11), todavia ao culpado não terá por inocente (Êxodo 34:7). Continuar lendo

A Grande Ceia

“Vinde, que já tudo está preparado” (Lucas 14:17)

O Senhor Jesus estava na casa de um dos principais dos fariseus, comendo em sua casa, em um sábado, sendo observado pelos convidados. Os fariseus e doutores da lei, assim como muitos dos judeus naquela ocasião, eram pessoas que se julgavam dignas de receber um lugar no céu pelos seus próprios méritos. Julgavam-se melhores que outras pessoas e entendiam que as bênçãos celestiais e eternas não eram uma dádiva gratuita da parte de Deus. Eles precisavam dar a Deus algo em troca. Confiavam nas suas obras e tinham certeza que, para serem recebidos na presença de Deus, deveriam fazer por merecer. Continuar lendo

Daqui a 100 anos

Daqui a 100 anosQue diferença fará daqui a 100 anos se o leitor:

1) Morou num palacete – ou num casebre?

2) Se usou roupas de marca – ou roupas baratas?

3) Se passou as férias no Hawai – ou em casa?

4) Se comeu filet mignon – ou pão duro?

5) Se dormiu em colchão de centenas de contos – ou numa pobre esteira?

6) Se teve automóvel próprio – ou andava de transportes públicos?

7) Se teve empregados às suas ordens – ou recebia ordens de um patrão?

8) Se era reconhecido – ou era ignorado?

9) Se pertenceu à classe social alta – ou era plebeu?

10) Se teve 100 milhões guardados no banco ou vivia num tremendo aperto:

QUE DIFERENÇA FARÁ TUDO ISSO DAQUI A 100 ANOS?

NENHUMA!

Absolutamente nenhuma!

ENTRETANTO… Fará MUITÍSSIMA diferença daqui a 100 anos se HOJE você é uma pessoa SALVA ou PERDIDA, pois esse fato DETERMINARÁ se daqui a 100 anos o leitor estará no CÉU ou no INFERNO. Isso fará muitíssima diferença, não somente daqui a 100 anos, mas por toda a eternidade!

O que é necessário que faça para se salvar? Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo (Atos 16:31)

Fonte: http://iqc.pt

Porque Deus permite o mal

Porque Deus permite o mal

“Considera, pois, a bondade e a severidade de Deus” (Romanos 11:22)

Dez anos depois dos ataques terroristas do 11 de Setembro, aquele horrível acontecimento, muitos estão novamente levantando a velha questão: “Porque é que Deus permite o mal?”

A Bíblia descreve Deus como Santo (Isaías 6:3), Justo (Salmo 7:11), Reto (Deuteronômio 32:4), e Soberano (Daniel 4:17-25). Estes atributos dizem-nos o seguinte sobre Deus: (1) Deus pode impedir o mal e (2) Deus deseja libertar o universo do mal. Portanto, se isto é verdadeiro, porque é que Deus permite o mal? Se Deus tem o poder de impedir o mal e quer impedir o mal, porque é que Ele ainda permite o mal? Talvez uma forma prática de olhar para esta questão seja considerar algumas alternativas que as pessoas poderão ter para Deus governar o mundo:

1) Deus poderia mudar a personalidade de cada um de modo a não poderem pecar. Isso também significaria que nós não teríamos o livre arbítrio. Não seríamos capazes de escolher o certo ou o errado, porque seriamos “programados” para fazermos apenas o que está certo. Se Deus tivesse optado por fazer isso, não haveria relações significativas entre Ele e a Sua criação. Continuar lendo

O avarento de Marselha

O avarento de Marselha“Quem tem sede, venha. E quem quiser tome de graça da água da vida.” (Apocalipse 22:17)

A cidade de Marselha, no sul de França, é notável pelos seus jardins encantadores; porém, nem foi sempre assim. Antes era uma região árida. Não existem fontes de água nessa região, sendo feito o abastecimento desse precioso líquido para a cidade de Marselha do rio Durance, que dista dela uns cento e sessenta quilômetros, por meio de um canal construído no período de 1837 a 1848.

Muito antes disso, vivia na cidade um homem de sobrenome Guizon. Andava sempre muito ocupado, trabalhava intensamente, notabilizando-se tanto pelas suas atividades como pelo facto de não gastar o dinheiro que ganhava. Parecia ter somente o objetivo de juntar dinheiro. O seu vestuário apresentava sinais de longo uso. A sua alimentação era da mais simples e barata. Vivia só, privando-se de todos os luxos e até mesmo dos confortos mais vulgares da vida. Continuar lendo

Decepção

Decepção“É melhor confiar no SENHOR do que confiar no homem” (Salmo 118:8)

“Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do SENHOR” (Jeremias 17:5)

“Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores” (I Timóteo 1:15)

Ouve-se que a decepção é um dos sentimentos mais dolorosos experimentados pelo ser humano. É um sentimento de insatisfação causado por uma expectativa frustrada em algo ou em alguém. É sempre uma triste surpresa, uma inesperada e indesejada situação. E dependendo do grau da decepção, isso pode trazer sérios prejuízos físicos e emocionais. Quando a decepção está relacionada consigo mesmo ou com alguém, é equivalente a uma quebra de confiança. Assim, quanto mais se espera por alguém, quanto mais se confia em alguém, maior poderá ser a decepção. Por este motivo a maior decepção é aquela que vem de quem jamais esperamos. Continuar lendo

Alerta aos desinteressados

“Era desprezado e não fizemos dele (Jesus Cristo) caso algum” (Isaías 53:3b)

Através desta mensagem em vídeo, Adir R. Magalhães, por ocasião da Conferência em Gama-DF 2013, utilizando quatro textos da Palavra de Deus, explica que o ser humano pode se encontrar em três possíveis fases ou condições em relação à sua situação diante de Deus: desinteresse, despertamento e salvação.

Deus quer que todos se salvem venham ao conhecimento da verdade. Permanecer em seu estado natural, de pecado e perdição, é ignorar o grande amor de Deus por você.

Que Deus, pelo Seu Espírito, desperte você do seu estado de pecado e desinteresse em relação à sua triste situação diante dEle. Só então você poderá compreender o que Cristo fez por você na cruz e, assim, tomar a maior decisão da tua vida, da tua eternidade.

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