Porque Deus permite o mal

Porque Deus permite o mal

“Considera, pois, a bondade e a severidade de Deus” (Romanos 11:22)

Dez anos depois dos ataques terroristas do 11 de Setembro, aquele horrível acontecimento, muitos estão novamente levantando a velha questão: “Porque é que Deus permite o mal?”

A Bíblia descreve Deus como Santo (Isaías 6:3), Justo (Salmo 7:11), Reto (Deuteronômio 32:4), e Soberano (Daniel 4:17-25). Estes atributos dizem-nos o seguinte sobre Deus: (1) Deus pode impedir o mal e (2) Deus deseja libertar o universo do mal. Portanto, se isto é verdadeiro, porque é que Deus permite o mal? Se Deus tem o poder de impedir o mal e quer impedir o mal, porque é que Ele ainda permite o mal? Talvez uma forma prática de olhar para esta questão seja considerar algumas alternativas que as pessoas poderão ter para Deus governar o mundo:

1) Deus poderia mudar a personalidade de cada um de modo a não poderem pecar. Isso também significaria que nós não teríamos o livre arbítrio. Não seríamos capazes de escolher o certo ou o errado, porque seriamos “programados” para fazermos apenas o que está certo. Se Deus tivesse optado por fazer isso, não haveria relações significativas entre Ele e a Sua criação. Continue lendo

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O avarento de Marselha

O avarento de Marselha“Quem tem sede, venha. E quem quiser tome de graça da água da vida.” (Apocalipse 22:17)

A cidade de Marselha, no sul de França, é notável pelos seus jardins encantadores; porém, nem foi sempre assim. Antes era uma região árida. Não existem fontes de água nessa região, sendo feito o abastecimento desse precioso líquido para a cidade de Marselha do rio Durance, que dista dela uns cento e sessenta quilômetros, por meio de um canal construído no período de 1837 a 1848.

Muito antes disso, vivia na cidade um homem de sobrenome Guizon. Andava sempre muito ocupado, trabalhava intensamente, notabilizando-se tanto pelas suas atividades como pelo facto de não gastar o dinheiro que ganhava. Parecia ter somente o objetivo de juntar dinheiro. O seu vestuário apresentava sinais de longo uso. A sua alimentação era da mais simples e barata. Vivia só, privando-se de todos os luxos e até mesmo dos confortos mais vulgares da vida. Continue lendo

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Decepção

Decepção“É melhor confiar no SENHOR do que confiar no homem” (Salmo 118:8)

“Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do SENHOR” (Jeremias 17:5)

“Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores” (I Timóteo 1:15)

Ouve-se que a decepção é um dos sentimentos mais dolorosos experimentados pelo ser humano. É um sentimento de insatisfação causado por uma expectativa frustrada em algo ou em alguém. É sempre uma triste surpresa, uma inesperada e indesejada situação. E dependendo do grau da decepção, isso pode trazer sérios prejuízos físicos e emocionais. Quando a decepção está relacionada consigo mesmo ou com alguém, é equivalente a uma quebra de confiança. Assim, quanto mais se espera por alguém, quanto mais se confia em alguém, maior poderá ser a decepção. Por este motivo a maior decepção é aquela que vem de quem jamais esperamos. Continue lendo

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Perdoado

“Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Romanos 8:1)

As Sagradas Escrituras não deixam dúvidas que a salvação das nossas almas é somente através do arrependimento dos nossos pecados e da fé no Senhor Jesus Cristo. Observe a mensagem que o Senhor Jesus pregou quando Ele estava aqui neste mundo: “O tempo está cumprido e o reino de Deus está próximo: Arrependei-vos e crede no Evangelho” (Marcos 1:15)

Um pouco antes dEle ser assunto aos céus, o Senhor Jesus deu essa comissão aos Seus discípulos dizendo: “Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura” (Marcos 16:15-16)

Primeiramente a pessoa ouve o Evangelho, entende a mensagem do amor e da graça de Deus manifestados na cruz do Calvário. Ela percebe que estava errada e muda de atitude (arrependimento). Ao mesmo tempo ela crê. Ela abraça por fé. Ela aceita Jesus Cristo como o seu Único Senhor e Salvador e depois ela é batizada. O batismo é um tesemunho público daquilo que já aconteceu no seu coração (o batismo jamais pode salvar alguém – leia Romanos 6:3-4). Continue lendo

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Uma palavra amiga

“Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mateus 16: 26)

Sabendo que o corpo humano cessará um dia, mas que a nossa alma é eterna, é então fundamental preocuparmo-nos com a alma.

O Senhor Jesus Cristo fez esta pergunta: “Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?” (Mateus 16: 26)

Todos nós, sem exceção, ofendemos a Deus, transgredindo as Suas leis, fazendo-nos culpados dos nossos próprios erros. Portanto merecemos Seu castigo, Sua condenação. De fato, merecemos a morte eterna porque a Bíblia diz que: “O salário do pecado é a morte” (Romanos 6: 23a). Entretanto, diz também que “o dom gratuito de Deus é a vida eterna por Cristo Jesus nosso Senhor”
(Romanos 3: 23b).

Deus nos ama com profundo amor e provou este amor enviando o Seu único Filho para receber a punição que nós merecíamos.

O Senhor Jesus Cristo morreu na cruz como nosso Substituto, isto é, Ele morreu em meu lugar, morreu em seu lugar. Recebeu a punição que seria minha, que seria sua.
Todos nós precisamos ser humildes para aceitar esta oferta de Deus, ou seja, “o fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5: 8).

Se não aceitarmos, continuaremos devedores a Deus. E se morrermos na condição de devedores, então teremos de pagar nós mesmos pelos nossos pecados. Isso será um sofrimento eterno. Muitas pessoas não crêem que um Deus de amor vai castigar um ser humano eternamente. Continue lendo

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Com certeza

“Quanto ao homem, os seus dias são como a erva, como a flor do campo assim floresce. Passando por ela o vento, logo se vai…” (Salmo 103:15-16)

Entre as muitas incertezas que acompanham as nossas vidas, uma coisa é certa, e é que todos nós havemos de passar para a eternidade.

Quer queira, quer não queira, a Palavra de Deus afirma: “aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo” (Hebreus 9:27)

É impressionante observar como o homem conseguiu se estruturar; com almejos, esforços, engenhos e cuidados, ele vai se ocupando como se nada viesse depois. Considere a área de saúde, educação, alimentação, segurança, comércio, negócios e lazer. Todas estas, por sua vez, podem ser justificadas por serem ‘legítimas ocupações’. Entretanto, pouco caso é dado para a parte mais importante: a parte que dura para sempre, a parte espiritual.

Com som alarmante, é Deus mesmo quem chama a nossa atenção dizendo: “Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá” (Efésios 5:14)

Sem perceber o perigo, a maioria anda com facilidade num caminho espaçoso. O Senhor Jesus Cristo nos avisa que este caminho espaçoso conduz à perdição (Mateus 7:13). Somos semelhantes ao homem na parábola que o Senhor Jesus Cristo contou. Pois em outras palavras dizemos a nós mesmos: “descansa, come, bebe e folga” (Lucas 12:19). Sem rodeios, O Senhor Jesus Cristo descreve esse homem como “LOUCO!” E ainda mais acrescenta: “esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?” (Lucas 12:20) Continue lendo

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Com carinho

“Deus prova o Seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8)

Querido leitor. É com carinho que lhe expomos estas verdades da Palavra de Deus. Não são nossos pensamentos, mas é como Deus apresenta o plano de salvação para toda humanidade.

Lemos nas Sagradas Escrituras: “todos pecaram e carecem da gloria de Deus” (Romanos 3:23).

Lemos também que: “sem derramamento de sangue não há remissão (perdão)” (Hebreus 9:22b).

Foi por isso que o Senhor Jesus Cristo morreu sobre a cruz, derramando ali o Seu sangue. Ele fez o que nós não podíamos fazer. Ele satisfez a justiça de Deus. Ele morreu como nosso Substituto, morreu em nosso lugar. Ele recebeu o castigo que nós merecíamos por causa dos nossos pecados. Sem dúvida, o Senhor Jesus Cristo fez isso porque muito nos amou. Ele é então o nosso Salvador (livrou-nos do castigo ou da punição que deveríamos receber de Deus).

Só que essa substituição não é automática. Continue lendo

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Afinal, por que Ele veio?

Há mais de dois mil anos, Cristo Jesus veio ao mundo. Este é um fato histórico. Mas, por que Ele veio? A Bíblia responde: “Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores”.

É óbvio que há algo muito errado com a raça humana. Vício e violência, crueldade e corrupção, avareza e ateísmo abundam por toda a parte.A sociedade tenta sanar este problema — entretanto, a multidão de corações quebrantados e lares despedaçados é uma evidência irrefutável de que, apesar das fortunas gastas, das maravilhas da inteligência, dos triunfos da tecnologia, nada tem melhorado. Os problemas permanecem e aumentam. Continue lendo

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O primeiro pecado

“Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. E contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo” (Isaías 14:14,15)

O primeiro pecado da criação de Deus não aconteceu na Terra; ocorreu no céu! E não foi um pecado exposto, declarado abertamente, mas apenas Deus conheceu sua origem. Este pecado surgiu no coração de um anjo de luz, onde somente a visão do Onisciente pode penetrar. Continue lendo

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Tempo oportuno

“Ouvi-te em tempo aceitável, e socorri-te no dia da salvação. Eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o tempo de salvação” (II Coríntios 6:2)

Há muitos que querem ser salvos — mas por enquanto não. Querem ser salvos das conseqüências eternas do pecado, mas amam o pecado e querem ter o seu prazer. Querem o pecado agora enquanto são jovens e cheios de saúde, e na velhice, depois de terem desfrutado de tudo que o mundo oferece, pretendem se arrepender e serem salvos.

Só que não é tão fácil assim. Depois da escola e da faculdade, o pobre ser humano descobre que tem muito mais trabalho pela frente. Quando pensou que ia ter mais folga para desfrutar das suas conquistas, ele se acha mais preso ainda. Há tanta concorrência para conseguir um bom emprego. É necessário fazer cursos de atualização, etc. Parece que os anos voam. Logo começa a pensar no casamento, depois vem os filhos, e parece mais e mais difícil achar tempo para o Evangelho. Quanta coisa que realmente exige o nosso tempo!

No entanto quando é que você vai achar tempo para resolver a mais importante de todas as perguntas: “Onde estarei na eternidade?“ Continue lendo

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